O 3o UIK KLIP de MAIO de 2026 abre com um “mininuvéi” espantado diante de uma simples máquina de escrever e o propósito específico de um “viejo anciano".
A triste constatação de que grande parte da população do nosso país é incapaz de ler e compreender um texto simples e mesmo muitos “bem preparados não compreendem que não há interesse na saúde e sim na doença.
Força nenhuma interfere sobre o “Poder da criação” , antológico encontro de Martinho da Vila com João Nogueira.
Ainda com João Nogueira o Baile no Elite, Paulo Moura, Zé da Velha e Silvério Pontes em Chorinho de Gafieira e memórias da Estudantil musical do Rio de Janeiro.
Das gafieiras para as orquestras sinfônicas, o trombone com sua inconfundível vara móvel e o clarinete.
O avanço do totalitarismo segundo Hannah Arendt e o Tribunal Revolucionário da França, uma espécie de antepassado do STF.
O “Terrorismo biológico”, na época objeto de reportagem de Veja e pronunciamento no Congresso foi um crime bárbaro confessado por um dos “cumpanheros destrutivistas” que disseminaram a vassoura-de-bruxa e destruiram a lavoura de cacau no sul da Bahia.
Boa explicação sobre o ciclo do progresso (inventar, copiar, regulamentar) e o estágio em que nos encontramos de apenas copiar a burocracia e a regulamentação.
Fechando esta edição, as coincidências por trás da polêmica da Ypê, Coppolla explicando o Eletrolão e a Soberania das drogas.

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